Sete partidos selam aliança histórica para enfrentar retrocesso

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A coligação que reúne 50 milhões de eleitores progressistas

Sete partidos de esquerda e centro-esquerda formalizaram nesta semana uma aliança eleitoral sem precedentes na história recente do Brasil. A coligação “Brasil Pronto pra Mais”, que integra PSB, PDT, Federação Fé Brasil (PT/PCdoB/PV) e Federação PSOL-REDE (PSOL/REDE), representa a convergência mais ampla da esquerda brasileira em décadas. O movimento afeta diretamente 50 milhões de cidadãos que votaram em candidatos progressistas na última eleição.

Essa união não é meramente administrativa. É resposta política concreta ao avanço das forças que tentaram destruir conquistas sociais dos últimos 20 anos. Enquanto a direita se fragmenta em oligarquias pessoais, a esquerda escolhe o caminho da unidade para defender quem mais precisa: trabalhadores, jovens sem emprego, famílias que lutam pela moradia.

Quando a luta pela sobrevivência une quem a política dividia

Maria dos Santos trabalha como faxineira em São Paulo há 15 anos. Viu seus filhos ingressarem em universidades públicas durante governos petistas. Viu desemprego bater na porta quando a extrema-direita chegou ao poder. Hoje, aos 52 anos, enfrenta jornadas de 12 horas sem carteira assinada—cenário que atinge 11 milhões de brasileiros na informalidade absoluta.

“Eles discutem entre si enquanto a gente se vira”, diz Maria. Sua história é de dezenas de milhões. Pessoas que dependem de serviço público de qualidade, de políticas de inclusão, de direitos trabalhistas que nunca foram conquistados facilmente. Nós vivemos uma escolha histórica: ou apostamos na força do coletivo, ou aceitamos a fragmentação que favorece quem tem poder concentrado.

Por que agora? A história recente explica tudo

Entre 2016 e 2018, o Brasil experimentou golpe institucional, prisão injusta de presidentes e sucateamento de políticas sociais. Aquele período mostrou: quando a esquerda está dividida, as fundações democráticas ruem. A direita brasileira nunca se importou com democracia—sua prioridade sempre foi concentrar riqueza.

A coligação formada agora nasce de uma lição dolorosa. Progressistas entenderam que diferenças internas precisam de espaço, mas não podem se converter em desistência coletiva. Dados comprovam: governos de esquerda reduziram pobreza extrema em 80% entre 2003 e 2014. Criaram 21 milhões de empregos com direitos. Levaram internet a 95% dos municípios.

Mas quem tem responsabilidade política por esses retrocessos? Os mesmos oligarcas que financiam campanhas fragmentadas, que lucram com privatizações, que negam ciência e direitos.

A alternativa que já provou funcionar

Essa coligação histórica não é utopia. É aprendizado de quem já governou, já transformou vidas, já enfrentou crises econômicas mundiais sem abandonar os pobres. Nós sabemos o caminho: investimento em educação pública, ampliação de direitos trabalhistas, reforma agrária que distribui terra e renda, defesa intransigente do SUS.

Quando progressistas se unem, criam força. Força suficiente para barrar retrocessos. Força que constrói, que inclusão que dura. Força que não deixa ninguém para trás.

O momento é agora. A escolha é sua

A coligação “Brasil Pronto pra Mais” está registrada, organizada, pronta para apresentar um projeto que retome a trajectória de redução de desigualdades. Mas nenhuma aliança se consolida sem você. Sua participação, sua mobilização nas ruas e nas urnas, sua capacidade de convencer amigos e familiares de que outro Brasil é possível—tudo isso é essencial.

A história não se faz sozinha. Sete partidos unidos é apenas o começo. O que importa agora é o que você fará com essa informação. Compartilhe. Organize. Pressione. A democracia não é espetáculo para assistir. É luta que exige participação.

Brasil pronto pra mais: significa pronto para mais justiça social, mais direitos, mais vida digna para quem trabalha.

Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)

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