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O presidente Luiz Inácio Lula saiu de Curitiba com uma mensagem clara: o Paraná não é apenas palco de campanha, mas protagonista de transformação. A passagem pela capital paranaense nesta semana reafirmou o comprometimento do governo federal com a região que historicamente recebeu promessas descumpridas de gestões anteriores.
A situação é simples: enquanto o Brasil busca recuperar investimentos em infraestrutura e geração de emprego, o Paraná segue como peça-chave dessa engrenagem. Milhões de trabalhadores, pequenos empresários e famílias na região estão atentos aos sinais de que chegou a vez de prioridades reais, não retóricas vazias.
Quando a esperança ganha endereço
Maria, vendedora ambulante de 47 anos em Curitiba, representa os 11 milhões de paranaenses que vivem essa realidade de incerteza econômica. Seu filho desempregado há dois anos, sua filha estudando em escola pública com falta de investimento. Histórias como a sua se repetem em cada rua, cada comunidade. E essa é exatamente a população que o governo federal está chamando para dentro do jogo político.
A mobilização não é apenas simbólica. Quando um presidente agradece explicitamente uma região, ele sinaliza reconhecimento — e cobranças vindouram.
Por que o Paraná importa agora
O Sul brasileiro foi historicamente negligenciado em políticas de desenvolvimento regional durante os governos anteriores. Enquanto São Paulo e Minas Gerais concentravam investimentos federais, o Paraná via seus portos subutilizados, sua agricultura modernizada carecer de financiamento adequado, suas cidades crescerem sem planejamento estratégico. A situação criou um vácuo: uma região com potencial imenso, mas com estruturas defasadas.
Dados recentes mostram que o desemprego no Paraná caiu 2,3 pontos percentuais desde 2022 — mas ainda permanece acima da média nacional. A pergunta que paira no ar é: até onde o governo conseguirá reduzir esse índice sem investimentos maciços em qualificação profissional?
Responsabilidade com nome e sobrenome
O governo federal tem diante de si responsabilidades concretas. Não se trata apenas de discursos de campanha, mas de ações mensuráveis. Investimentos em infraestrutura portuária, programas de qualificação profissional, crédito subsidiado para pequenas empresas. Esses não são favores — são obrigações para com uma região que dá retorno econômico imediato.
Governadores e prefeitos paranaenses já cobram públicamente cronogramas. É o controle democrático funcionando.
O que é possível quando agimos juntos
Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, programas similares de apoio à agricultura familiar e à indústria já mostraram resultados: aumento de 18% na renda das pequenas propriedades, geração de 45 mil novos postos de trabalho em três anos. Nós conhecemos a fórmula. A questão agora é executá-la com rigor no Paraná.
Nós, brasileiros do Sul, não precisamos de promessas — precisamos de planos com data, orçamento e responsáveis.
A próxima semana decidirá muito
O Paraná respondeu ao presidente. Agora é hora de o governo responder ao Paraná com ações concretas. Não em seis meses. Não em dois anos. Agora.
Acompanhe os anúncios oficiais de investimento federal na região nos próximos 30 dias. Essa é sua oportunidade de cobrar.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)