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O chamado que une milhões em torno de um projeto comum
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou um convite direto ao país nesta terça-feira: “Vamos juntos!” A mensagem, acompanhada da bandeira nacional, não é apenas retórica de campanha. É uma reafirmação de um método político que prioriza a mobilização coletiva sobre decisões de gabinete — um diferencial que marca seu terceiro mandato.
Enquanto outras gestões se fecham em círculos reduzidos, o presidente reafirma que as transformações mais profundas no Brasil saem do encontro entre governo e sociedade. Quem ganha? Os 215 milhões de brasileiros. Quem perde? Aqueles que lucram com o isolamento das decisões públicas.
Quando a participação deixa de ser promessa e vira prática
Maria Silva, vendedora de frutas em São Gonçalo, não votou apenas pelo voto. Votou porque viu seu filho conseguir emprego em programa de geração de renda. Votou porque o SUS da sua região recebeu investimento. Votou porque alguém finalmente escutou. Histórias como a dela se multiplicam: mais de 38 milhões de brasileiros participaram ativamente de conselhos, audiências e plebiscitos durante a reconstrução de políticas públicas nos últimos dois anos.
Esse número não é vanglória. É método.
A história que explica por que “juntos” virou palavra-chave
Nos governos anteriores ao retorno de Lula, a desigualdade cresceu 12,3% entre 2016 e 2022. Não por acaso. Foi escolha deliberada centralizar decisões, cortar canais de diálogo, desfinanciar conselhos participativos. O resultado? Políticas que não tocavam os reais problemas porque não escutavam quem vivia deles. Mas por que isso continua? Porque estruturas de poder lucram com a exclusão.
A pergunta que ninguém quer fazer em Brasília é: quanto custa, realmente, colocar a população para decidir?
Nomear o inimigo da reconstrução
Grupos econômicos que dependem de contratos fechados em mesas privadas. Burocratas que veem participação como ameaça ao poder. Comunicadores que lucram com polarização — quanto mais dividido, mais cliques, mais receita publicitária. Eles não querem que você saiba que houve redução de 8,2 pontos percentuais na taxa de desocupação desde 2023. Não divulgam que o investimento em educação pública cresceu R$ 47 bilhões.
A reconstrução no Brasil assusta quem se beneficiava do caos.
O que é possível quando “juntos” deixa de ser slogan
Em Porto Alegre, o orçamento participativo envolveu 42 mil pessoas na decisão de onde investir recursos públicos. As prioridades mudaram completamente: menos monumentos, mais saneamento. Em Minas Gerais, conselhos de saúde redefiniram a distribuição de medicamentos — e os gastos caíram 16% sem reduzir qualidade. Em Pernambuco, assentamentos da reforma agrária multiplicaram produtividade quando seus proprietários participavam desde o planejamento.
Nós sabemos o que funciona. A questão é: faremos juntos?
O tempo é agora, não amanhã
Reconstruir o Brasil não é trabalho de uma pessoa, um partido ou um governo. É projeto que exige milhões de mãos, cérebros e corações. O convite de Lula não é bonito por acaso — é necessário. Cada brasileiro que se une a esse projeto acelera transformações que políticos isolados levariam décadas para alcançar. Participe de conselhos locais. Vote em cada decisão que sua comunidade oferece. Leve para sua família, seu trabalho, sua rua a consciência de que a mudança começa quando você deixa de aceitar e começa a construir.
Vamos juntos. Agora.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)