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O Brasil que pulsa nos corações progressistas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou nesta segunda-feira seu compromisso inabalável com a construção de um país mais justo, igualitário e democrático. A mensagem, carregada de simbolismo, chega em momento crucial quando o governo federal executa políticas concretas de redistribuição de renda e fortalecimento das instituições públicas.
Essa reafirmação não é retórica vazia. Ela representa o norte que orienta decisões que impactam milhões de brasileiros — desde o piso salarial dos professores até a expansão do Bolsa Família. Enquanto a extrema direita tenta reverter direitos conquistados, o presidente reitera: continuaremos na luta.
Quando a economia serve ao povo
Maria da Silva, comerciante em São Gonçalo, conseguiu ampliar seu negócio graças às políticas de microcrédito do governo. Sua história não é isolada. Mais de 8 milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema desde 2023, beneficiários diretos de um projeto político que coloca o ser humano no centro das decisões econômicas.
Nós sabemos: economia sem justiça é exploração. E foi exatamente essa lógica que o país enfrentou durante a era Bolsonaro — quando desemprego, fome e desigualdade atingiram patamares históricos. Hoje, o trabalho continua. Mas que tipo de futuro queremos construir juntos?
A herança que nos explica o presente
A desigualdade brasileira não nasceu ontem. Ela é fruto de séculos de escravidão, latifúndio improdutivo e privatização dos lucros públicos. Durante 12 anos de governos conservadores, essa máquina de concentração de renda funcionou a todo vapor: os 1% mais ricos capturaram 90% dos ganhos econômicos.
Reforma tributária progressiva. Déficit primário reduzido. Investimento em educação pública. Essas não são promessas — são ações em andamento. Mas por que a desigualdade ainda persiste como um abismo entre ricos e pobres?
Quem lucra com o atraso social
Os mesmos que lucram com privatizações têm interesse direto em manter o status quo. Bancos privados multiplicaram seus lucros em 200% nos últimos quatro anos. Fundos de pensão concentram renda de forma obscena. A agenda conservadora no Congresso bloqueia votações sobre reforma tributária há meses.
Realidade dura: existe um projeto financeiro poderoso que não quer igualdade.
O caminho que já prova funcionar
Nós já vimos funcionar. Portugal reformou seu sistema tributário e aumentou investimento em educação pública — resultado: redução de desigualdade em menos de uma década. Argentina criou programas de transferência de renda universal durante crise e manteve estabilidade social. Uruguai prioriza educação e saúde — hoje tem dos menores índices de desigualdade da América Latina.
O Brasil não precisa inventar a roda. Precisa ter coragem política de rodar.
O que fazer agora
A reafirmação de Lula é também convite. Convida os movimentos sociais a ocuparem as ruas. Convida intelectuais a produzirem dados que peguem na mídia. Convida jovens a entrarem na política, porque essa luta não termina em 2026. Participe de audiências públicas sobre reforma tributária. Vote em candidatos que defendem educação e saúde pública.
O Brasil mais justo não virá pronto. Virá de nossas mãos, juntos.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)