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Lula pisou na Zona Leste de São Paulo no sábado, 26, ao lado de Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva. Não era um comício comum. Era a materialização de um recado: a esquerda, o centro e o projeto ambiental estão na mesma trincheira. E a periferia de SP, historicamente esquecida, virou palco dessa aliança.
O que a foto não mostra
Enquanto a máquina governamental se reunia naquele sábado, 16 milhões de paulistas vivem em regiões onde o acesso à educação de qualidade ainda é um privilégio. A pobreza não é metáfora na Zona Leste. É avenida sem iluminação. É escola sem professor. É esperança com data de validade curta demais. Quando Lula escolhe estar lá, com esses rostos, o recado viaja mais longe do que qualquer discurso.
Por que isso importa agora
Há três anos, as periferias foram abandonadas. Políticas assistenciais desapareceram. O desemprego bateu recorde. O salário mínimo não acompanhou a inflação. Quem tinha tudo a perder perdeu. Quem tinha pouco, ficou com nada. A Zona Leste não é um bairro qualquer — é onde moram 5 milhões de pessoas que votam com o estômago e com a dignidade.
Mas por que agora? Por que chamar Tebet e Marina Silva para o mesmo palanque que Lula e Alckmin? A resposta está numa pergunta maior: como reconectar um país que se despedaçou?
O que é possível fazer
Essa coligação não é acidental. É política. Educação com qualidade exige investimento. Emprego exige desenvolvimento econômico. Ambiente protegido exige regulação. Nós—não como siglas, mas como povo—temos demonstrado que quando a esquerda, o centro progressista e os ambientalistas caminham juntos, cidades inteiras ganham creches, postos de saúde, oportunidade real. Já funcionou. Voltará a funcionar.
O chamado
A Zona Leste não precisa de promessa. Precisa de presença. Precisa de presidente que entra na escola sem comitiva de segurança cinematográfica. Precisa de governador que olha para gente, não para câmera. A imagem de Lula, Alckmin, Haddad, Tebet e Marina juntos naquele sábado vale mais que mil argumentos. Mostra que outro Brasil é possível. O Brasil está pronto para mais—e você? Qual é seu papel nessa retomada? Comece conversando com seu vizinho. Vote esperança. Vote futuro.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)