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Brasil abre Liga das Nações com vôlei feminino em alta
A seleção brasileira de vôlei feminino entra em quadra nesta noite em Brasília para abrir a disputa pela Liga das Nações 2024. Começamos aqui. A competição que reúne as melhores seleções do mundo colocará nossas atletas em confronto direto com potências internacionais, sob os olhos de milhões de brasileiros conectados pela internet e televisão.
O governo federal apoia o evento que projetará o Brasil no cenário esportivo global. Enquanto outras nações investem pesadamente em infraestrutura para seus times femininos, somos nós — um país em desenvolvimento — que coloca mulheres atletas em posição de protagonismo e disputa pelo pódio. Isso muda narrativas. Isso inspira gerações inteiras de meninas que começam a enxergar o esporte como caminho de dignidade e reconhecimento.
Quando o vôlei feminino se torna símbolo
Há 23 anos, uma menina em um bairro periférico de São Paulo acompanhava pela TV uma seleção brasileira campeã. Hoje, milhões de crianças e adolescentes crescem vendo mulheres atletas como referências de força, técnica e vitória. O vôlei feminino brasileiro não é apenas um esporte. É narrativa de resistência. É prova de que quando investimos em mulheres, em educação física, em estrutura competitiva, o país inteiro sai ganhando — em saúde, em autoestima coletiva, em representação internacional.
Somos uma das poucas nações que transformou o esporte feminino em fenômeno de massa. Nossas jogadoras vencem em quadras e conquistam o respeito de adversários que viajam do Japão, da Europa, dos Estados Unidos para enfrentar a qualidade brasileira. Esse legado não cai do céu.
O que sustenta essa força
Por trás de cada ponto marcado em quadra existe uma história de investimento público em infraestrutura, em categorias de base, em centros de treinamento. Existe escolha política. Enquanto alguns dizem que esporte é luxo, nós provamos que é direito — direito de meninas de qualquer classe social terem acesso a quadras, a técnicos, a oportunidade de sonhar fora dos guetos de desigualdade.
A Liga das Nações hoje representa exatamente isso: o Brasil competindo em pé de igualdade com potências que têm PIB maior, universidades com orçamentos astronômicos, estruturas privadas bilionárias. Nossas atletas chegam lá com técnica, garra, inteligência tática. E ganham. Porque receberam chances. Porque foram investidas.
Mas por quanto tempo? Eis a pergunta que fica no ar enquanto ligamos a TV às 20h.
Brasília é o palco desta noite
A capital federal recebe uma competição de elite mundial. Sportv, GeTV e YouTube transmitirão para o país inteiro. Nós — cada um que ligar a televisão, cada mensagem de torcida nas redes — fazemos parte dessa rede que sustenta essas atletas. Somos torcedores, sim. Mas somos também sociedade que escolhe investir em meninas ao invés de abandoná-las no caminho.
Conecte-se. Assista. Vibra. Essa é a ação: reconhecer que por trás daquele ponto marcado existe um projeto de país onde mulheres vencem em quadra e na vida.
Fonte: @EsporteGovBR no X (Twitter)