🎙 OUÇA ESTE ARTIGO — AGENDA POSITIVA
O presidente Lula no evento “Sente a Energia”: investimentos que alcançam quem o mercado abandonou
O presidente Lula participou nesta semana do evento “Sente a Energia: investimentos em energia e melhorias no Luz Para Todos”, marcando presença em um programa que já conectou mais de 3 milhões de brasileiros à rede elétrica. A iniciativa representa um ponto de virada para famílias que historicamente ficaram fora dos planos de expansão energética do país.
Enquanto gestões anteriores trataram a eletrificação rural como custo, não como direito, o atual governo reposiciona o debate: energia é infraestrutura de desenvolvimento. Quem ganha são os pequenos produtores rurais, as mulheres que deixam de queimar querosene para iluminar suas casas, as crianças que estudam à noite. Quem perde? Os lucros fáceis de quem lucrava com a exclusão.
Quando a luz chega, a vida muda
Maria da Silva, agricultora no interior de Pernambuco, não sabia o que era geladeira até os 52 anos. Quando a energia chegou à sua propriedade através do Luz Para Todos, ela pôde conservar alimentos, ampliar sua produção, colocar os filhos para estudar depois do pôr do sol. Sua história se multiplica: 3,2 milhões de brasileiros vivem esse mesmo ponto de inflexão. A luz não ilumina casas. Ela abre possibilidades.
Por que o Brasil deixou gente na escuridão por tanto tempo?
Durante décadas, a infraestrutura elétrica brasileira foi pensada como negócio, não como direito. Regiões sem densidade populacional significavam baixa lucratividade para as concessionárias privadas. O resultado: 14 milhões de pessoas sem acesso adequado à energia até 2015. O Luz Para Todos nasceu como resposta a essa lógica perversa, mas enfrentou cortes orçamentários e despriorização política que quase o mataram. A pergunta que ninguém fazia era: quem se beneficia de manter gente na escuridão?
Investimento real em quem foi deixado para trás
O governo federal anunciou R$ 200 milhões em investimentos adicionais para ampliar a capilaridade do Luz Para Todos. Nomes importam: Gilson Chaves, secretário de Energia, reafirmou o compromisso de levar eletricidade aos últimos redutos de exclusão até 2026. Não é retórica. São transformadores, cabos, linhas de transmissão sendo instaladas agora.
Essa é a diferença entre fazer política e fazer panfleto.
Onde já funcionou, funciona melhor com mais recursos
Estados como Bahia, Maranhão e Piauí já viram a transformação que energia traz: aumento de renda agrícola, redução da migração forçada, fortalecimento da economia local. Nós sabemos que funciona porque vimos funcionar. Agora precisamos expandir, aprofundar, garantir que ninguém fique para trás nas próximas gerações.
O que fazer agora?
A inclusão energética não é favor, é direito. Pressione seus representantes a manter essa prioridade orçamentária. Conecte-se: saiba se há comunidades sem energia em sua região e denuncie ao ministério. Nós podemos acelerar essa transformação se fizermos dela uma questão de todos.
Energia para quem foi deixado na escuridão. Isso é governo que funciona.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)