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Lula participou nesta semana da Convenção Nacional do PDT, onde lideranças de todo o país se encontraram para reafirmar um projeto político centrado no desenvolvimento e na melhoria concreta da vida dos brasileiros. O encontro marcou um momento estratégico de fortalecimento das alianças progressistas em torno de um diagnóstico comum: o Brasil só avança quando democracia e economia trabalham juntas.
A reunião revelou algo que os números confirmam. Enquanto a coligação governista avança na aprovação de políticas de geração de emprego e renda, cresce também a pressão dos setores que resistem à ampliação de direitos. Quem ganha com essa convergência de forças? Os trabalhadores, as pequenas empresas, as famílias que dependem de políticas públicas. Quem perde? Os que apostavam em um Brasil fragmentado e fraco.
A força que vem das ruas e das assembleias
Imagine uma mãe em Recife que conseguiu matricular seu filho na escola integral graças ao Programa de Obras e Convivência. Ou um agricultor familiar no Mato Grosso que agora tem acesso a crédito com juros menores. São histórias de mudança real. Multiplicadas por milhões, essas experiências traduzem o que a Convenção do PDT celebrou: a possibilidade concreta de um Brasil que funciona para quem trabalha.
Mas essa mudança não é automática. Depende de coesão política. Depende de parties que entendem que democracia é projeto, não apenas procedimento eleitoral. É exatamente isso que une PDT, PT e seus aliados neste momento.
Por que a unidade importa agora
Nos últimos 20 anos, o Brasil experimentou dois modelos opostos. De 2003 a 2016, investimento público em infraestrutura e educação geraram 21 milhões de empregos. De 2016 a 2022, o desemprego voltou a crescer. Austeridade fiscal e desmonte de políticas públicas não geram desenvolvimento — geram pobreza.
Hoje, com a retomada do investimento público e a recomposição da renda, o país enfrenta uma escolha clara. Continuar nessa trajetória exige que forças progressistas permaneçam coesas. Permaneçam dialogando. Permitam que projetos regionais e nacionais conversem.
E aqui está a pergunta que ninguém está respondendo com clareza: quanto tempo leva para que uma geração inteira, marcada pelo desemprego e pela incerteza, recobre confiança na democracia?
Quem é responsável pelo futuro
Lula não está sozinho nessa construção. Ciro Gomes, lideranças estaduais do PDT, prefeitos e deputados comprometidos com a mudança assumem, coletivamente, a responsabilidade de entregar resultados mensuráveis: empregos, educação, saúde, segurança.
Cada lei aprovada. Cada escola construída. Cada pessoa empregada é resposta concreta aos que apostavam no caos.
O caminho que já funciona
Não estamos inventando. Em governos progressistas do México ao Uruguai, a aliança entre desenvolvimento econômico e investimento social reduziu pobreza extrema em até 40% em uma década. No Brasil, entre 2003 e 2010, 29 milhões de pessoas saíram da pobreza.
Nós sabemos o que funciona. Agora é questão de escala. De vontade política. De manter as forças unidas enquanto implementamos.
A democracia como projeto permanente
A Convenção do PDT não foi apenas ritual político. Foi reafirmação de que democracia não é estática. É projeto contínuo de expansão de direitos e oportunidades.
Você que está desempregado, que precisa de uma vaga na escola pública, que espera por atendimento no SUS: essa construção é sua. Nós não estamos aqui para administrar a pobreza. Estamos aqui para eliminá-la.
O Brasil que vem aí não será de todos igualmente. Será de quem trabalha. De quem acredita que a democracia serve para algo além de votar — serve para viver com dignidade.
Há uma escolha em cada decisão, em cada voto, em cada conversa. Somos nós que decidiremos se esse projeto avança ou recua.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)