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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a mobilizar suas bases para o número 13 — simbolicamente, um chamado ao voto e à participação eleitoral que vai além de uma simples campanha. A convocação, feita em tom direto nas redes sociais, reacende a discussão sobre o papel da democracia participativa e da escolha popular nos próximos capítulos da política brasileira.
A mensagem chega em momento delicado. Enquanto setores conservadores intensificam narrativas de polarização, o presidente apela ao voto como ferramenta de continuidade — ou ruptura — com o projeto que implementa desde 2023. Para milhões de brasileiros que dependem de políticas sociais, educação pública e emprego, essa convocação representa muito mais que número eleitoral: é a reafirmação de que suas vozes importam.
Quando o voto vira ato de resistência
Maria Silva, 52 anos, trabalha como auxiliar de serviços gerais em São Paulo. Voltou ao mercado formal em 2023 após cinco anos desempregada. Ela é uma entre 4,2 milhões de pessoas que conseguiram empregos com carteira assinada desde o início deste mandato presidencial. Para ela, o 13 não é apenas número na urna — é o reconhecimento de que políticas de geração de emprego funcionam.
Essa é a história de milhões. Pessoas que recuperaram esperança. Que reencontraram dignidade no trabalho. Que voltaram a alimentar filhos com refeição decente. O voto, nesse sentido, torna-se ato político consciente: escolher continuar ou retroceder.
A herança das escolhas anteriores
Não é por acaso que Lula volta ao 13 agora. Entre 2019 e 2022, o Brasil viveu sob gestão que aprofundou desigualdades: desemprego em dois dígitos, educação sucateada, meio ambiente sob ataques sistemáticos. Documentos do Ministério da Economia mostram redução de 40% nos investimentos em infraestrutura social durante aquele período.
Mas por que alguns setores lutam contra essa narrativa? Porque há quem lucre com desemprego, com educação privatizada, com venda de patrimônio ambiental. Há bancos que cresceram enquanto pequenos negócios fechavam. Há empreiteiras que ganharam com preço de combustível nas alturas. E quem não quer ser responsabilizado por isso? Exatamente quem tinha poder decisório. Eis a pergunta não respondida: como recuperar investimentos públicos enquanto forças privatistas dominam o Congresso?
Nomeando responsabilidades, apontando caminhos
A gestão anterior teve nome. Teve deputados, senadores, ministros. Teve empresários beneficiados. E deixou marcas: 14 milhões desempregados em 2020. Esse é o número que importa. Isso mata. Isso dói.
A alternativa já existe. Desde janeiro de 2023, ela está em funcionamento. Programas de transferência de renda atingem 21 milhões de famílias. O salário mínimo cresceu acima da inflação. Universidades federais foram reabertas. Nós recuperamos a ideia de que estado deve servir ao povo, não ao mercado.
O voto como linguagem do poder popular
Quando Lula diz “é 13”, não está apenas pedindo um voto. Está lembrando que democracia é isso: escolha cotidiana, participação constante, responsabilidade partilhada. Nós, enquanto sociedade, temos poder. Muito poder. O poder de decidir se queremos continuar ou retroceder.
A urna é instrumento. Mas antes dela, há conversas à mesa de jantar. Há vizinhos conversando na porta. Há famílias discutindo que Brasil queremos para nossos filhos. Isso é política de verdade.
O momento é agora. Organize-se. Converse. Vote. Porque quando votamos, votamos pelo Brasil que queremos.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)