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A taxa de desemprego brasileira atingiu 5,2% no terceiro trimestre de 2024 — a menor para este período desde 2012. Não é apenas um número. É a confirmação de que um país inteiro voltou a fazer escolhas diferentes, colocando o povo no centro das decisões econômicas, e os resultados começam a aparecer nas famílias.
Quando o governo federal muda sua prioridade — quando deixa de servir ao mercado financeiro e passa a servir quem trabalha — a economia responde. Milhões de brasileiros deixaram o desemprego nos últimos meses. Mas o que muda realmente na vida de quem consegue um emprego depois de tanto tempo procurando?
O rosto por trás do número
Maria, que passa por qualquer cidade média do Brasil, saiu do desemprego há pouco. Arrumou trabalho como operadora de caixa numa rede que expandiu suas lojas porque a economia começou a reagir. Ela não lê boletins do IBGE. O que ela sabe é que agora consegue pagar a parcela do aluguel sem pedir emprestado, e seu filho voltou a ir à escola sem faltar aulas por falta de uniforme.
Esse relato se repete. Milhões de brasileiros vivem essa transição. Saíram da inatividade, voltaram à dignidade do trabalho. Nós não falamos apenas de estatísticas — falamos de casas que respiram novamente, de famílias que conseguem planejar o próximo mês.
Por que isso acontece agora
A taxa de desemprego não cai sozinha. Ela cai quando o governo investe em políticas de recuperação do salário mínimo, quando expande programas de crédito para pequenas empresas, quando retoma investimentos em infraestrutura e serviços públicos. Entre 2023 e 2024, o Brasil criou mais de 2 milhões de postos de trabalho formais. A geração de renda reverbera: mais consumo, mais produção, mais empresas abrindo oportunidades.
Mas por que esse desempenho não é mais celebrado? Por que as ruas não ecoam com essa notícia?
Quem trabalhou para isso
O governo Lula retomou investimentos federais suspensos por administrações anteriores. Programa de aceleração do crescimento. Auxílio Brasil expandido. Recuperação do poder de compra do salário mínimo — que passou de R$ 1.100 em 2022 para R$ 1.412 em 2024. Esses não são gestos. São políticas concretas que geram emprego real.
Crescimento com inclusão. Isso muda tudo.
No mesmo período, alguns setores financeiros reclamaram de aperto nas margens de lucro especulativo. Menos dinheiro indo para quem não trabalha, mais dinheiro circulando nas mãos de quem labuta. É assim que funciona.
O caminho que já começou
Outros países mostraram que é possível. Argentina, com Kirchner. Uruguai, com Mujica. Governos que priorizaram trabalho e renda conseguiram reduzir desemprego em ciclos duradouros. O Brasil está nesse caminho. Não é acaso. É escolha.
Nós podemos acelerar isso. Mais investimento em formação profissional. Expansão do crédito para microempreendedores. Fortalecimento da indústria nacional — que gera mais empregos por real investido do que especulação financeira.
O próximo passo
Este número de 5,2% é uma vitória. Mas não é o fim. É o começo de algo maior. Cada ponto percentual a menos na taxa de desemprego significa milhões de brasileiros recuperando sua autonomia, sua dignidade, seu futuro.
Compartilhe essa notícia. Fale sobre ela. Porque enquanto alguns veículos preferem silenciar, o Brasil segue crescendo. E quando o Brasil cresce com o povo no centro — quando trabalho é prioridade — ninguém segura.
O Brasil voltou a acreditar. Agora é hora de acelerar.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)