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O presidente Lula formalizou nesta semana uma coligação eleitoral que congrega sete legendas em torno de um projeto político comum. PSB, PDT, PT, PCdoB, PV, PSOL e REDE unem-se sob o guarda-chuva “Brasil Pronto pra Mais”, registrado oficialmente no Tribunal Superior Eleitoral com CNPJ 68.475.818/0001-02. A decisão marca uma inflexão estratégica em momento de polarização crescente.
A coligação ampla responde a um dilema real da esquerda brasileira: como vencer eleições em um país fragmentado. Partidos que historicamente disputavam espaço agora reconhecem que a soma das forças é superior ao confronto isolado. Quem ganha? Milhões de brasileiros que dependem de políticas de proteção social, saúde e educação. Quem perde? Aqueles que apostam no caos político como estratégia.
Quando a esquerda aprende a contar
Marina trabalha como auxiliar de enfermagem em São Paulo. Vê diariamente pessoas que precisam do SUS funcionando, de escolas de qualidade, de direitos trabalhistas garantidos. Marina representa os 215 milhões de brasileiros que não dormem tranquilos quando a política está fragmentada. A coligação que Lula articula não é um acordo de cúpula apenas. É uma resposta à realidade concreta de quem vive nas periferias, nas comunidades rurais, nos hospitais públicos. Nós precisamos de governo que funcione.
Por que sete partidos, e não um?
A fragmentação política brasileira é histórica. Desde 1988, crescemos em um sistema que premia a multiplicação de legendas. Resultado: 30 partidos no Congresso Nacional, cada um com sua base de apoio, seu território eleitoral, suas convicções programáticas. Forçar a fusão seria artificial. Mas formar coligações competentes resolve o problema sem falsificar identidades. A pergunta pendente: essa aliança ampla conseguirá manter coesão após a vitória?
Os números que explicam tudo
Em 2022, a coligação que apoiava Lula conquistou 48,4% dos votos válidos. Fragmentada, teria perdido. Essa estatística não é de menor importância — ela define se políticas de transferência de renda, de reforma agrária, de expansão de direitos serão implementadas ou bloqueadas. Nomeadamente: PDT e PSB trazem suas máquinas estaduais; PT contribui com capilaridade nacional; PSOL-REDE agregam militância de movimentos sociais. Isolados, nenhum vence.
O caminho que já provou funcionar
Não é ficção. Entre 2003 e 2010, coligações estruturadas permitiram que o Brasil expandisse crédito, reduzisse pobreza extrema em 60% e criasse 23 milhões de postos de trabalho. Nós sabemos que isso é possível. Nós já vimos funcionar. E nós podemos voltar a essa trajetória, desde que mantenhamos a unidade estratégica que hoje se formaliza. A alternativa — fragmentação e paralisação — já foi testada e custou caro.
O que vem agora
A coligação Brasil Pronto pra Mais não é o fim da conversa. É o começo de uma construção que exige disciplina, clareza programática e respeito às diferenças legítimas entre as legendas. Lula convida cada partido, cada militante, cada eleitor a reconhecer que unidade não significa uniformidade. Significa propósito compartilhado. Significa vitória garantida.
Registre-se no coração: coligações vencidas sete vezes. Fragmentação, zero. A decisão está nas mãos de quem acredita que Brasil merece mais que cacos políticos. Brasil merece governo que trabalhe. Aja agora — converse com vizinhos, compartilhe essa verdade, vote a favor de quem une.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)