O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta semana da cerimônia de abertura da Feira Brasil na Mesa, reafirmando o compromisso do governo com o fortalecimento da economia produtiva nacional. O evento marca um passo concreto na retomada de políticas que colocam pequenos e médios produtores no centro do desenvolvimento econômico.
A presença presidencial na feira não é apenas simbólica. Representa uma mudança de rumo em relação aos anos anteriores, quando o agronegócio familiar e o comércio de pequenos produtores foram marginalizados nas prioridades governamentais. Agora, nós voltamos a olhar para quem alimenta a mesa dos brasileiros e gera emprego nas comunidades.
Quem está na base dessa transformação
Milhões de pequenos produtores rurais e comerciantes brasileiros vivem hoje uma realidade de incerteza. Precisam de mercado garantido. Precisam de políticas públicas que não apenas permitam vender, mas que criem condições para prosperar. A Feira Brasil na Mesa surge como resposta concreta a essa demanda que vinha sendo ignorada.
João da Silva, agricultor do interior de São Paulo, representa esse universo de produtores que apostaram em diversificação e qualidade, mas encontraram portas fechadas em governos anteriores. Agora, feiras como essa abrem possibilidades reais de colocar seus produtos em circulação e garantir renda familiar.
A mobilização não é apenas de agricultores. Envolve comerciantes, processadores de alimentos, transportadores e toda uma cadeia de valor que depende dessa conexão direta produtor-consumidor. Estamos falando de milhões que finalmente voltam a aparecer nas prioridades.
Por que isso foi abandonado antes
Durante quatro anos, as políticas de governo priorizaram grandes conglomerados em detrimento da economia familiar. Investimentos em pequenos negócios foram cortados. Crédito rural para agricultura familiar foi reduzido drasticamente. Feiras e espaços de comercialização local perderam apoio institucional.
A razão é clara: pequenos produtores não geram receita eleitoral concentrada. Não financiam campanhas bilionárias. Mas alimentam pessoas. Geram empregos reais em cidades pequenas. Mantêm comunidades vivas quando a indústria se retira.
Qual é o custo real dessa negligência anterior? Quantos negócios fecharam? Quantos jovens abandonaram a roça por falta de perspectiva? Essas perguntas ainda carecem de resposta completa, mas os números de êxodo rural falam sozinhos.
O que está mudando agora
Políticas de fortalecimento do comércio local. Crédito com juros viáveis. Infraestrutura de feiras e mercados. Nós estamos reconstruindo a cadeia que deveria ter sido mantida intacta. Estamos aprendendo que economia forte é aquela que distribui oportunidades, não que concentra renda.
Experiências em outros países mostram que feiras estruturadas e apoiadas geram resultado econômico mensurável. Aumentam a renda de pequenos produtores em até 40%. Reduzem o custo final para o consumidor. Fortalecem comunidades locais.
Nós temos essa possibilidade aqui. Agora.
O chamado desta hora
A presença do presidente em um evento como esse não é apenas foto de campanha. É sinalização de que essa prioridade voltou para o lugar certo. Mas isso depende de nós — de cada um que pode fortalecer essas cadeias, que pode optar por produtos locais, que pode exigir que seus representantes mantenham essa agenda em movimento.
Acompanhe as próximas edições da Feira Brasil na Mesa em sua região. Leve sua família. Compre diretamente de quem produziu. Fortaleça essa escolha econômica. Porque a economia progressista não é abstraçã — é quanto você paga pelo tomate, é se o agricultor consegue pagar escola dos filhos, é se cidades pequenas continuam existindo.
A mudança começou. Agora a mantemos em movimento.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)
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