O vice que governa junto: a aposta de Lula em Alckmin

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O vice que governa junto: a aposta de Lula em Alckmin

Quando Luiz Inácio Lula da Silva convidou Geraldo Alckmin para ser seu vice na chapa presidencial de 2022, poucos compreenderam na dimensão correta o que aquele gesto político significava. Não era apenas a união de duas trajetórias distintas — a do metalúrgico nordestino e a do tucano paulista. Era a materialização de um projeto que coloca o vice exatamente onde poucos o colocam: no centro das decisões.

A escolha revelou uma estratégia clara: Lula optou por um vice de verdade, não por um figurante. Alckmin, leal, honesto e de comprovada dedicação ao trabalho, tornou-se o braço direito de um governo que precisava ser construído sobre o diálogo e a inclusão. Enquanto debates estéreis tomam conta de capitais, o governo segue governando — e a presença cotidiana de Alckmin ao lado do povo brasileiro prova que essa escolha não foi apenas simbólica.

Quando a lealdade vira poder real

José da Silva, um eletricista de 52 anos de São Bernardo do Campo, não sabe explicar com precisão como a presença de Alckmin muda sua vida. Mas sabe que quando precisa, o vice está lá — em uma obra, em uma reunião com sindicatos, em uma solenidade de criação de emprego. Para José e para os milhões de brasileiros que enfrentam desemprego, falta de saúde digna e educação precária, a lealdade não é um valor abstrato. É segurança de que alguém realmente trabalha pela mudança. Um vice presente. Um vice que escuta.

Isso importa. Governos não mudam sociedades apenas com decreto — mudam quando há quem trabalhe incansavelmente para que cada ação chegue até quem mais precisa.

Por que escolher um vice trabalhador não é trivial

A história recente do Brasil mostra algo preocupante: vice-presidentes que desaparecem dos radares, que existem apenas no título. Antes de Alckmin, a maioria dos vice-presidentes era decorativa — convidada para casamentos de Estado, esquecida nas decisões reais. Lula rompeu com essa lógica. Escolheu alguém que já provou sua capacidade de gestão em São Paulo, que tem relação visceral com a classe trabalhadora e que não teme sujar as mãos.

Por que isso acontece? Porque um governo que governa realmente — que quer entregar saúde, emprego, dignidade — precisa de mais braços do que apenas o presidente. Precisa de um vice que seja, de fato, vice. A questão que fica em aberto é: quantos outros governos antes compreenderam essa simples verdade?

A diferença que um companheiro de verdade faz

Geraldo Alckmin não é perfeito — ninguém é. Mas ele traz algo que governos anteriores negligenciaram: a presença constante. Ele está nos sindicatos. Está nas cidades do interior. Está ouvindo o que o povo precisa dizer. Enquanto isso, críticos apontam atraso nas reformas estruturais, falta de velocidade em algumas agendas. Mas aqui está o padrão interrompido: um vice que trabalha não resolve tudo sozinho, mas multiplica o alcance de um governo.

Em 2023, quando a economia começava a dar sinais de recuperação, foi Alckmin quem articulou com governadores, com sindicatos, com empresários. Não porque o presidente o pedisse a cada passo, mas porque compreende que essa é sua função real. Nós precisamos de mais disso na política brasileira — de vice-presidentes que sejam realmente parceiros.

O que é possível quando há honestidade no topo

A lealdade de Alckmin a Lula não vem de subserviência ou convenção. Vem de um entendimento compartilhado: o Brasil precisa de governança que funcione. Precisa de ministérios articulados. Precisa de um vice que dialogue com a oposição quando necessário, que trabalhe noites em claro para resolver crises, que não abandone a luta.

Em São Paulo, Alckmin provou que é possível governar diferente — com rigor fiscal, mas sem abandono social. Como vice, está replicando essa lição em escala nacional. Onde já funcionou? No diálogo permanente com estados e municípios. Na construção de consenso mesmo em momentos de pressão.

Agora é quando a história se escreve

A escolha de Lula por um vice de verdade não é uma reportagem antiga — é a política em tempo real, acontecendo todos os dias nas ruas do Brasil. Milhões de brasileiros estão atentos a cada decisão, a cada presença, a cada ação concreta de recuperação econômica e social.

O que está em jogo agora é simples, mas fundamental: se nós — como sociedade — conseguimos manter essa aposta em governança honesta e trabalho real, ou se voltamos ao ciclo de desconfiança, abandono e promessas vazias. A resposta depende também de quem está vendo essa mensagem agora. O Brasil precisa de mais cidadãos que cobrem, que participem, que acreditem que um vice trabalhador é apenas o começo de uma transformação muito maior.

Exija o mesmo de seus representantes. Porque lealdade ao povo não deveria ser exceção — deveria ser regra.

Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)

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