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Lika conquistou sua moto. Essa frase simples, aparentemente trivial, carrega consigo toda a história do Brasil que trabalha e nunca desistiu. Enquanto isso, milhões de brasileiros ainda aguardam pelo acesso às mesmas oportunidades que transformaram a vida dessa trabalhadora em um exemplo de mobilidade social verdadeira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usa a trajetória de Lika para explicar o que significa governar neste país: não é administrar máquinas estatais distantes, mas criar as condições reais para que quem nasceu na periferia da história consiga escrever seu próprio final. A emoção que o presidente revela diante dessa narrativa revela também uma visão de Estado radicalmente diferente daquela que predominou nas últimas décadas — uma onde o pobre não é problema, mas protagonista.
A força de quem venceu tantas dificuldades
Lika é uma entre milhões. Mulher que trabalha, que lutou contra obstáculos estruturais, que hoje não depende de esmola ou assistencialismo compensatório. Ela conquistou sua própria moto. Não recebeu de presente. Construiu isso com as mãos, com trabalho, com oportunidade que alguém — um governo — finalmente permitiu que ela tivesse.
Essa é a textura real do desenvolvimentismo progressista: não nos números abstratos do PIB, mas na moto que alguém comprou. Na vida com mais dignidade. Na segurança de quem sabe que amanhã pode trabalhar porque existe demanda, porque existem políticas que protegem o trabalhador, porque o Estado não virou as costas.
Quantos milhões vivem essa mesma luta diária? Quantos têm a força de Lika mas nunca tiveram a oportunidade? Aqui reside a urgência política que o discurso presidencial procura nomear.
Por que nem todos conseguem o que Lika conquistou
A resposta está na história econômica recente do Brasil. Entre 2016 e 2022, o desemprego cresceu, salários reais caíram, e a informalidade engoliu milhões de trabalhadores que deixaram de ter direitos. Não foi acaso. Foi política deliberada de governos que acreditavam que crescimento econômico não precisa passar pelas mãos de quem trabalha.
Mas quando um governo investe em geração de empregos formais, quando protege salários mínimos, quando cria programas de transferência de renda e microcrédito — quando, enfim, reconhece o trabalho como valor fundamental — pessoas como Lika deixam de estar à mercê. Deixam de pedir. Começam a conquistar.
A pergunta que fica é incômoda: quantas Likas ainda esperam por um governo que acredite que esse investimento social é investimento de verdade?
Responsabilidade concreta: dados da transformação
Entre 2023 e 2024, o Brasil criou mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada. Não é propaganda. É registro em folha de pagamento. São pessoas que, como Lika, saem da precariedade. O crescimento real do salário mínimo reverteu anos de arrocho. A inflação, que chegou a 10%, começou a ceder com medidas que protegem quem ganha menos.
Isso funcionou. Pessoas reais compraram motos, casas, puderam sonhar. Mas ainda há muito a fazer. Essa é a verdade incômoda que mantém o governo mobilizado enquanto outros querem voltar atrás.
O que é possível quando nós acreditamos juntos
Nós — sociedade, governo, trabalhadores — já sabemos onde funciona: em cada criação de emprego, em cada família que sai da pobreza, em cada moto que alguém compra porque trabalha e recebe com dignidade. Não é utopia. É realidade que cresce cada mês.
Governar é isso. Não é discurso bonito. É criar as condições para que Lika e milhões como ela possam dizer: eu conquistei. Eu venci. Minha vida tem mais agora.
O que fazer agora
A história de Lika não termina com uma moto. Ela começa ali. Porque uma moto é ferramenta de trabalho, é mobilidade, é símbolo de que o sistema — quando funciona — permite que quem trabalha prospere. Nós precisamos defender e expandir essas políticas. Nas ruas, nas urnas, em cada conversa que tivermos com vizinhos, amigos, família.
Compartilhe a história de Lika. Ela é sua história também. A história do Brasil que não desiste.
Fonte: @LulaOficial no X (Twitter)