TSE rejeita por unanimidade o registro de candidatura de Pablo Marçal

PUBLICIDADE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (11), rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. Os sete ministros votaram pelo indeferimento do pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.

O voto da relatora, ministra Estela Aranha, foi seguido pelos ministros Ricardo Villas Bôas, Nunes Marques, André Mendonça, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto e Dias Toffoli.

Notícias relacionadas:

Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Além disso, o Ministério Público Federal, responsável por pedir ao TSE a negativa da candidatura, disse que o Marçal não estava filiado ao PRTB em abril deste ano, quando terminou o prazo da janela partidária para troca de partido. Ele estava filiado ao União Brasil.

Leia a matéria completa na Agência Brasil ↗

Mais recentes

Governo federal coloca a verdade como questão política: quando a desinformação nega direitos aos mais pobres, informação correta vira ferramenta de justiça.
Brasil tem 100 milhões de jogadores e mercado de R$ 13 bilhões em games, mas falta política pública para proteger criadores. Enquanto isso, talentos nacionais trabalham para estrangeiros.
Governo estrutura dupla rede de proteção: CRAS fortalece famílias antes da crise, CREAS intervém em casos de violência e abuso. Mas a cobertura ainda deixa milhões desprotegidos.
Sete partidos progressistas formalizam a maior coligação de esquerda do Brasil para frear fragmentação que custou poder legislativo há décadas.
Governo lança Trilha da Primeira Infância para integrar políticas de proteção a crianças de zero a três anos. Ferramenta estratégica capacita equipes para articular saúde, educação e assistência social.
Lika conquistou sua moto trabalhando. Sua história revela como um governo que acredita em oportunidades reais transforma vidas — e por que milhões ainda aguardam essa mesma chance.

PUBLICIDADE

Rolar para cima